Depois de Jaime Rocha, Edvan quer agora marqueteiro de César Brito

07/01/2019
Seis meses do novo governo municipal se passaram, neste período uma eleição suplementar garantiu a Edvan Brandão (PSC) mais dois anos no cargo de chefe do poder executivo bacabalense, ou seja, ele responde como prefeito até o dia 31 de dezembro de 2020, ou, ainda, quem sabe, até que a Justiça Eleitoral julgue procedente alguma(s)  das mais de uma dezena de denúncias por abuso de poder econômico, uso indevido da máquina pública, compra de votos e etc... No entanto, a questão no momento não é essa.

O que tem inquietado a população é a inércia da nova gestão, envolta em disputa por poder,  pressão por cargos, contratos e, ao final das contas, dinheiro.

Nestes primeiros 180 dias nada de obras ou ações de grande importância como é normal em todo início de mandato. Pelo contrário, a equipe de governo tem batido cabeça e o prefeito de Bacabal se mantido isolado boa parte do tempo em sua fazenda no povoado Bela Vista, de onde despacha com secretários e assessores, e também foge do assédio de aliados de última hora cooptados na campanha em troca de vantagens pessoais (inclusive financeiras) e tentadoras propostas de cargos no primeiro escalão. (ENTENDA AQUI).

O clima, antes de euforia por ter vencido a eleição, atualmente dá espaço a críticas da população, uma parte arrependida, outra triste por ver acontecer o que se previa.

Mas, com intuito de virar esse jogo, a gestão já coloca cabeças a prêmio, a começar pelo setor de marketing, tido como não convincente.

Para tanto, foi convocado às pressas o homem que recentemente esteve responsável pelo marketing da campanha de César Brito a prefeito.

Fabão, como é conhecido, também atuou nas campanhas vitoriosas dos ex-prefeitos Zé Alberto (2012) e Zé Vieira (2016).

Se aceitar a proposta, será dele a partir de agora a incumbência de fazer a gestão Edvan Brandão parar de cair de conceito e tomar o rumo certo.

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