Prefeito eleito de BacabaI continua demitindo, perseguindo e dando calote em servidores

21/11/2018
Contratado a peso de ouro Jonas Esticado posa ao lado
do prefeito eleito de Bacabal que torrou fortuna em festa.
Quem veio de fora prestigiar em praça pública os shows de cantores como Jonas Esticado, no último final de semana, e viu o sorriso estampado no rosto do prefeito eleito de Bacabal e dos asseclas que o paparicavam no camarote oficial, voltaram para suas respectivas cidades imaginando ter estado diante do gestor de um município com as contas saneadas,  com os salários dos servidores rigorosamente em dia, fornecedores recebendo o que lhes é devido, água potável abundando nas torneiras, ruas sem lama e buracos, e, enfim, tudo funcionando como deve ser, afinal, a festa para comemorar o resultado da eleição suplementar municipal torrou aproximadamente meio milhão de reais que, esperasse, não tenha saído dos cofres públicos da Prefeitura de Bacabal.

Mas, se quem veio para a festa foi embora com alguma boa impressão, nós que moramos em Bacabal e tomamos conhecimento do que verdadeiramente acontece no dia a dia, estamos cientes que, passados vinte dias do mês de novembro, há uma expressiva parte de servidores ainda sem seus salários, alguns prestes a completar três meses sem ver a cor do dinheiro que ninguém sabe (mas desconfia) aonde foi parar.

Sem esquecer a covarde e insana perseguição a outros pais e mães de família que estão sendo colocados no olho da rua por perseguição política e, pior, sem o pagamento de seus salários.

Com cinco meses à frente de uma gestão comandada à quatro mãos, Edvan Brandão de Farias (PSC) está recebendo sozinho a fama de prefeito mal pagador.

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