PIADA PRONTA! Depois ostentar torrando quase meio milhão em festa, prefeito eleito de Bacabal diz que tomará posse em solenidade “à base de água”

24/11/2018
Que a atual gestão municipal deixaria a desejar já estava escrito na testa do próprio Edvan Brandão (PSC) que verdadeiramente nunca sentou na cadeira de prefeito, desde que assumiu interinamente Bacabal é administrada à quatro mãos e ele é o que menos tem poder de decisão.

Com sua diplomação e posse marcadas para a próxima semana, ele acaba de anunciar através de sua assessoria que a solenidade será à base de água.

Quem for assistir a solenidade de posse de Edvan Brandão pode se preparar para, no máximo, beber água. A ordem para que não haja ostentação partiu do próprio Edvan Brandão”, diz a assessoria.

Eleito em função da compra de votos e uso indevido da máquina pública, Edvan estar mergulhando no descrédito político, inclusive, de parte daqueles que lhe apoiaram na eleição suplementar ocorrida a menos de um mês. Um dos motivos é justamente por ele ter encontrado em meio à crise (demissões e atraso do pagamento de servidores, abastecimento de água ineficaz, atendimento precário nas unidades de saúde, ruas na lama e cheias de buracos) tempo e dinheiro para ostentar em festa comemorativa por sua vitória eleitoral.

Foi quase meio milhão, dinheiro muito provavelmente dos cofres da prefeitura que serviria para amenizar o colapso financeiro em que o grupo João Alberto atolou o município.

Os servidores, incluindo professores, estão passando mais tempo na fila do banco na esperança de receber seus salários do que em seus postos de trabalho onde verdadeiramente deveriam permanecer.

Na bidela

Para evitar mais desgaste e sem ter trabalho para mostrar, a gestão municipal cola na sombra do Governo do Estado que continua implementando ações positivas voltadas para melhorar a vida da população bacabalense.
Volta e meia o “governo sem rumo certo” alardeia como sendo méritos seus, ações de Flávio Dino (PCdoB), governador reeleito, que na campanha foi atacado e ofendido moralmente por asseclas e até por secretários municipais incomodados pelo fato do chefe do executivo estadual apoiar o principal concorrente de Edvan Brandão.

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