Levaram gato por lebre e se decepcionaram nas urnas

18/10/2018

O alto investimento que o gestor interino de Bacabal fez para a sua campanha a prefeito e a de Roberto Costa (MDB) a deputado estadual não surtiu o efeito esperado, pelo menos é o que se pode ver observando a votação obtida pelo grupo no primeiro turno das eleições gerais.

Das lideranças políticas mais expressivas, boa parte foi cooptada, a exemplo da dupla Dr. Lisboa/Graciete, família Veloso e Ilton Viana, que, se somarmos com a força eleitoral que o próprio Roberto Costa teve no pleito municipal passado e o poderio econômico da prefeitura, não surpreenderia se Roberto já saísse de Bacabal reeleito.

Porém, como sabemos, não foi isso que aconteceu, a votação do apadrinhado do senador João Alberto andou bem abaixo da esperada que era algo em torno de 25 mil.

No tocante a votação no estado como um todo, o resultado foi mais decepcionante ainda. Foram mais de 20  mil votos a menos do que na eleição a deputado de 2014, diferentemente do parlamentar bacabalense Carlinhos Florêncio que alcançou os 50 mil votos e melhorou bastante seu desempenho nas urnas de um pleito para o outro. (veja quadro).
Esse revés dos representantes do clã Sarney também reflete na eleição suplementar para prefeito em Bacabal, onde Flávio Dino (PCdoB), governador reeleito, tem como candidato César Brito (PPS).

Onda do 23

César Brito tem ganhado várias e várias adesões à sua campanha e elas crescem a cada dia.

Nesta quinta-feira (18) a empresária Kelma Loiola, filha da ex-prefeita Raimunda Ramos Loiola, e Rafael Franco, ex-assessor parlamentar do saudoso deputado estadual Pedro Alves, se juntaram a corrente em prol de Bacabal.
Ambos já foram candidatos a vereador e obtiveram boas votações.

De acordo com o que cresce a onda favorável ao candidato do grupo Zé Vieira/Carlinhos Florêncio, também tem significativo aumento a reprovação da gestão interina de Edvan Brandão acusada de coagir servidores a participarem de sua campanha eleitoral.

Na noite desta quarta-feira (17) foi a vez do empresário Lincoln Lavepel expressar sua revolta com essa perseguição. Ao denunciar que sua filha estava sendo pressionada a colar cartaz em casa, ele fez um desabafo e, em seguida, rasgou a propaganda de Edvan colada na parede. Veja.
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