Apontada como pivô do assassinato do marido, mulher nega envolvimento, mas diz: “Deus tirou uma cruz das minhas costas”

12/04/2018

Andressa, que preferiu conceder entrevista de costas, está sendo apontada pela cunhada como a pivô do crime que vitimou Reginaldo Neres Lima, de aproximadamente 23 anos, ocorrido na última segunda-feira (9).

Esposo de Andressa, a vítima foi morta, na rua principal do bairro Presídio, a golpes de faca e foice por cerca de cinco pessoas.

Pelos primeiros levantamentos feitos pela polícia ainda no local, a motivação seria por conta de ciúmes de Andressa, já que ela também estaria se relacionando com um ou mais dos assassinos.

Ao repórter Ray Lima (TV Difusora), uma irmã da vítima responsabilizou Andressa pela morte e afirmou que não aceita que ela e a mãe continuem a morar no mesmo bairro. Andressa nega relação com o acontecido e diz que no momento que o marido era assassinado ela estava em um bar, na rua Sargento Maurício, bairro da Areia.

Na delegacia, onde se apresentou para prestar esclarecimentos, Andressa conversou com o repórter Romário Alves (TV Difusora). Eu não tenho nada a ver com isso, ele vivia comigo, mas estão me acusando pelo que eu não fiz. Vi ele de manhã, quando ele me deu um soco no olho. À tarde, quando eu estava tomando banho, ele queria me agredir novamente, minha amiga que impediu”.
Andressa confessou que Deus tirou uma cruz das costas dela. “Ele me batia de dia e noite... Se a irmã dele quiser vir me furar, eu furo ela primeiro. Ela é usuária de drogas, bebe cachaça e pensa que eu tenho medo dela. Se ela vier peito a peito a gente se lasca. Ninguém da família dele me disse nada, só ela que tá falando merda. Reginaldo tinha muita treta na cadeia, por isso ninguém sabe quem foi”.

Suspeito

Um menor de idade, suspeito de participação na morte de Reginaldo, também esteve na delegacia para ser ouvido. Em seu depoimento ele disse que estava em casa quando mataram a vítima e também negou relação amorosa com Andressa. Ele tinha ódio de mim, mas não tive nada a ver. No Piratininga [na Unidade Prisional de Ressocialização onde Reginaldo cumpriu pena] ele vivia quebrando prisioneiro, pensando que era o tal”, disse o menor.

O caso continua sendo investigado.

TV Difusora

As entrevistas de Andressa e do menor de idade serão levadas ao ar nesta sexta-feira (13), a partir das 6h45, no programa Bandeira 2, e, a partir das 13 horas, no Na Hora D, com Samuel David.

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