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SUPERAÇÃO: Jovem bacabalense abandonada pela mãe e que fugiu de casa para estudar é destaque na imprensa de Goiás



A publicação do jornal O Popular tem como título “Educação para mudar a realidade feminina” e retrata, dentre outros, o exemplo da bacabalense Iris Rosethe, mulher negra, pobre, abandonada pela mãe usuária de drogas e criada pela avó.

O Blog do Sérgio Matias conversou com Iris.

"Bom, nunca pensei que tanto sofrimento um dia poderia virar uma notinha que fosse no jornal. Confesso que quando li o título achei forte , mais logo me identifiquei afinal é a minha história, não a reservada , mais sim a que eu criei pra mim. Um dia eu falei que mudava minha vida sai da zona de conforto e mudei. Doeu, doeu muito e ainda doe, mais agora com um gostinho de satisfação e que valeu a pena. Sempre acreditei que o caminho para a mudança e sucesso, é o estudo, é nos importa o que você estudo desde que se dedique será um profissional bem sucedido. Energia positiva e bom coração também são muito importante deixam a caminhada mais leve. Agradeço imensamente a Faculdade Fasam, lugar onde eu não somente formei, mais ganhei uma família e muitos amigos queridos ... sim eu tive os melhores amigos no período de graduação. No mais tem eu sei que a vida só está começando e ainda vem muita coisa boa por aí ....".

Hoje, oito anos depois de aportar numa cidade desconhecida, ela é a responsável pela coordenação e gestão da área de conservação do centro comercial mais antigo de Goiás, cargo em que controla 160 pessoas, entre elas a amiga que a recebeu naquele estado.

Ela relata que sempre retorna a sua terra natal onde a avó Maria Áurea ainda reside, no bairro Cohab II. Aqui foi aluna da Uef José Romeu Neto e Ce Elisa Monteiro. “Deixei Bacabal em novembro de 2009 e retornei pela primeira vez quatro anos depois para convidar a minha avó para minha formatura. Depois fui mais duas vezes, a última em janeiro desse ano”, diz.

Leia abaixo a reportagem produzida pela jornalista Malu Longo.
Longe dos movimentos sociais, Iris Rosethe Moraes Silva, de 27 anos, é um exemplo de como a trajetória de uma mulher negra e pobre rumo à profissionalização e ao reconhecimento é árdua. Maranhense de Bacabal e filha de um casamento desfeito ainda criança, foi entregue aos cuidados da avó materna depois do abandono da mãe, usuária de drogas. A mulher que a gerou reapareceu quando ela tinha 10 anos e, sem nenhuma afinidade, Iris e a irmã se mudaram com ela para São Luis, a capital, onde ficou dos 12 aos 17 anos. “Foi um período de inferno em minha vida, com palavras negativas e espancamentos”.

De volta à casa da avó, Iris queria ser e fazer diferente. “Ninguém da minha família tinha curso superior. Não queria aquilo para mim. Queria transformar minha vida”, diz.

Sem o apoio da avó, Iris fugiu de casa e foi para Goiânia num ônibus clandestino. A única referência era a irmã da melhor amiga que a acolheu numa casa na Vila Redenção onde 13 pessoas disputavam espaço. A primeira chance de emprego foi numa rede de sanduíches onde trabalharia na limpeza das 23 horas às 7 horas.

No dia da entrevista, saiu de casa às 22 horas com um único tiquete de transporte coletivo e desceu na Avenida Goiás, no Centro. “Comecei a andar por ruas desertas. Não sabia onde estava”. Iris foi abordada por uma boa alma. Depois de ouvir seu relato, um taxista a colocou no carro, deu-lhe um sitpass e a deixou no ponto de ônibus que a levaria para a empresa onde conseguiu ficar apenas 15 dias. “Eu nunca consegui encontrá-lo para agradecer o que fez por mim”. 

Por causa da amiga que a acolheu, Iris se cadastrou para uma vaga de auxiliar de conservação no Flamboyant Shopping Center. Aprovada em fevereiro de 2010, em agosto já cursava Administração na Faculdade Sul Americana (Fasam). “Eu mesma paguei o curso, não tive bolsa de estudo. Meu salário era todo para a faculdade. Sobrevivia com o tiquete alimentação”. Iris conta que o trabalho a impediu de assistir muitas aulas. “Minha história tem muitos dias de choro e muito preconceito, mas eu só pensava que queria me preparar para o mercado”.

Em novembro de 2010, Iris galgou degraus no trabalho e em julho do ano seguinte já era a encarregada da área de conservação do mall. Mas ela queria mais. “Na época poderia ter investido num veículo próprio, mas optei pela pós-graduação em Gestão de Pessoas e Coaching”. O esforço foi reconhecido. Hoje, oito anos depois de aportar numa cidade desconhecida, é a responsável pela coordenação e gestão da área de conservação do Flamboyant, cargo em que controla 160 pessoas, entre elas a amiga que a recebeu.

Eu sabia que meu comportamento faria diferença, principalmente não me vitimizar, mas a luta é muito grande”. Iris hoje tem seu próprio carro, ganhou um prêmio no trabalho que a levou para os Estados Unidos e paga aluguel de um apartamento onde pode receber duas amigas, uma delas negra, pobre e de Bacabal. “Uma pessoa não pode falar que quer estudar que meu coração amolece”. Em fevereiro, Iris foi convidada a falar de sua trajetória no Encontro de Egressos de Administração da Fasam. 
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