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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Vereadores de Bacabal deixam de realizar sessão na Câmara para irem à Brasília acompanhar julgamento no STJ


Comitiva de vereadores de Bacabal ciceroneada pelos
deputados federais Alberto Filho e Zé Reinaldo.
Tal qual a legislatura passada, a atual, também composta por 17 vereadores, não tem até aqui demonstrado muito interesse no que tange aos trabalhos na Câmara Municipal de Bacabal. A bancada que faz oposição a Zé Vieira (PP) e é maioria, tem se voltado mais para as questões pós-eleitorais vislumbrando a possibilidade de tirar o atual prefeito do cargo para, então, na possibilidade que haja uma nova eleição, o presidente do poder legislativo bacabalense, no caso, Edvan Brandão (PRB), responda interinamente pelo executivo.

Já por duas vezes, só este mês de agosto, as sessões ordinárias que são realizadas nas quartas-feiras deixaram de acontecer. No dia 09, parte dos colegas de parlamento aproveitou a ausência do presidente que havia ido à Brasília assistir julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ), para também deixar de comparecer ao plenário da Câmara Municipal, impedindo que a reunião tivesse início por falta de quórum.

Já a sessão que deveria ter acontecido nesta quarta-feira (23) não foi realizada pelo mesmo motivo.

Edvan Brandão, que já havia estado na capital federal levado a tiracolo pelo deputado estadual Roberto Costa (PMDB), candidato a prefeito derrotado, retornou, agora na companhia de outros integrantes da bancada oposicionista. Com ele estão em Brasília, passeando pelo Congresso, os vereadores Reginaldo do Posto (PPS), Joãozinho Algodãozinho (sem partido) e Natália Duda (PMDB).

Na agenda também estava programado assistir a sessão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que trataria do efeito suspensivo das sanções por improbidade administrativa que pesavam sobre o prefeito Zé Vieira e, que, no entanto, mais uma vez não aconteceu.
Foto: Cedida pelo Departamento Fotográfico do STJ.
Foto: Cedida pelo Departamento Fotográfico do STJ.
A pergunta que não quer calar agora é: por quantas vezes os nossos parlamentares deixarão seus compromissos como vereadores para irem à Brasília tratar de assunto político-partidário à custa do dinheiro público?

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