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domingo, 27 de agosto de 2017

Edvan Brandão tem 'rezado' para ver Zé Vieira fora da prefeitura e assumir o cargo


Íntegro e de família respeitada, Edvan Brandão (PRB), atual presidente da Câmara Municipal de Bacabal, tem perdido a oportunidade de se destacar positivamente no cargo que ocupa após ferrenha disputa com o colega César Brito (PPS).

Nas eleições municipais Edvan deu total e irrestrito apoio a candidatura vitoriosa de Zé Vieira (PP) a prefeito. Reeleito como vereador, foi convencido que seria indicado como cabeça da chapa lançada pela oposição na disputa pela mesa diretora da câmara e, assim sendo, mudou de lado antes mesmo de tomar posse para o segundo mandato.

A empolgação maior de Edvan se dava em virtude da possibilidade de Zé Vieira vir a não assumir, cabendo ao presidente do poder legislativo bacabalense passar a responder também pelo executivo até que nova eleição fosse marcada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), pretensão que foi por água abaixo após o TSE conceder liminar favorável ao atual prefeito.

Ainda assim, até hoje Edvan tem se deixado levar por essa esperança, se tornando um fiasco como gestor e sua presidência uma extensão do gabinete do deputado estadual Roberto Costa (PMDB). Nenhum passo é dado, nem decisão tomada, se não houver antes o aval do peemedebista.

Ultimamente o presidente da câmara tem também largado seus afazeres no legislativo municipal para peregrinar por Brasília com o pretexto de participar de encontros e congressos, quando na verdade as idas e vindas à capital federal são para acompanhar o desenrolar dos processos de Zé Vieira que tramitam pelo STJ e TSE.

Como já denunciado pelo blog, só em agosto, duas sessões ordinárias deixaram de acontecer por falta de quorum. Lembrando que são apenas quatro durante todo o mês.
Na última quarta-feira (23), quando deveria ter acontecido mais uma sessão, o presidente Edvan, na companhia dos vereadores Reginaldo do Posto (PPS), Joãozinho Algodãozinho (sem partido) e Natália Duda (PMDB), se encontrava novamente em Brasília passeando pelo Congresso enquanto aguardava reunião do Pleno do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Esses passeios do presidente já têm chamado a atenção da imprensa da capital que, inclusive, questiona se as diárias estão saindo dos cofres públicos.
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