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terça-feira, 21 de março de 2017

Roberto Costa, o santo do pau oco que obrou "milagre", mas decepcionou muita gente


Roberto Costa e Marcelinho na zona rural...
Até a última eleição o município de Bacabal tinha 54.158 eleitores aptos a votarem para prefeito, vice-prefeito e vereador. Desse total, apenas 8,09% se ausentaram e a maioria esmagadora que compareceu às urnas se dividiu entre dois dos oito candidatos ao cargo majoritário.

Zé Vieira, que concorreu pela Coligação “Bacabal Vai Vencer” composta pelos partidos PPS / PSDC / PP / PROS / PSD / PHS / PMN / SD / PSOL / PC do B / PTN / PRB / PPL / PSC / PRP, obteve 20.671 votos e venceu a disputa.

O seu mais forte concorrente não ficou muito atrás. Roberto Costa, da Coligação “Bacabal Rumo ao Futuro”, dos partidos PMDB / PSDB / PV / DEM / PDT / PT / PMB / PSB / REDE, obteve expressivos 18.330 votos.

Paraibano, há várias décadas Zé Vieira fixou residência, montou empresas e formou família em Bacabal, sem contar também que foi prefeito do município por dois mandatos consecutivos, sendo antes vereador.

Já Roberto Costa, que é pernambucano, não veio por conta própria e até hoje não tem residência fixa, muito menos família em Bacabal. Passa alguns dias do mês em um imóvel que adquiriu assim que nasceu a ideia de disputar o cargo de prefeito.

Os aspectos citados acima fizeram com que muita gente acreditasse que na hora “H” o ex-prefeito se sobressaísse ainda melhor do que realmente aconteceu, quando venceu a eleição com diferença de quase 3 mil votos.

Obviamente que a voz das urnas não agradou aqueles que apostavam na vitória de Roberto Costa, mas, os eleitores mais sensatos, também entenderam que o desempenho do deputado estadual não foi ruim, afinal, era ele contra várias forças políticas que se uniram em torno do nome de Zé Vieira, pois, se assim não fizessem, era muito provável que hoje estivéssemos contando uma outra história.

Mas, passada a eleição, devido as condições jurídicas do vencedor do pleito, o grupo que Roberto Costa faz parte manteve o foco de olho numa possível nova eleição ou, como foi especulado, a sua diplomação e posse como prefeito.

De todos, ele foi o único que tirou conclusões diferentes e passou a agir completamente de outra forma da que vinha fazendo antes. Roberto virou as costas para tudo e para todos, enumerando culpados para sua derrota que, lógico, tem muita gente na lista, menos ele, que no auge de seu egocentrismo já se achava vencedor antes mesmo do período da campanha começar.

É nessa confiança exacerbada de Roberto Costa que eu queria chegar, pois, venhamos e convenhamos, de fato ele soube como ninguém construir uma base para chegar à eleição forte como chegou, mas, se conseguiu, é porque também se cercou das pessoas certas.

Dois pontos foram relevantes neste processo. Primeiro, o estreitamento da relação com as entidades religiosas e de classe, onde em todo e qualquer evento organizado por elas sua colaboração e presença eram certas.

Essa situação lhe aproximou da população bacabalense e o fez crescer politicamente.

O outro ponto, que reputo não menos importante, foi a ampla divulgação dessas ações na imprensa televisiva e na mídia eletrônica através, principalmente, do Blog do Sérgio Matias.

A vitória estava sendo desenhada com perfeição e aconteceria se o próprio Roberto Costa não resolvesse recolher as armaduras antes do tempo e refutado compor alianças com outros grupos políticos, deitando-se em um berço esplendido só esperando a hora de ganhar e assumir o cargo.

Passada a eleição e não aceitando a derrota, ele age de forma ainda pior e vem com rapidez apagando o bom trabalho que desenhou.

“Quem pariu mateus que balance”

Para se ter uma ideia, há três meses Roberto Costa não se pronuncia na tribuna da Assembleia Legislativa para cobrar algo por Bacabal ou pelo menos denunciar o que ele aqui pelas esquinas anda murmurando que acontece.
Com os vereadores que se elegeram e também foram fundamentais para seu bom desempenho ele só retornou a conversar há poucos dias, quando passou a aceitar que haverá nova eleição. Antes, sequer atendia um telefonema e não existe um deles que diga que isso é mentira.

E ainda tem muita gente, que não cabe aqui citar os nomes, decepcionada com essas atitudes e não se surpreendam com o que as urnas dirão daqui para frente.

Marcelinho 2018
Roberto Costa com Marcelinho em evento
em Brasília.
Alguns desconhecem as razões, mas recentemente Roberto passou a andar para cima e para baixo com um jovem microempresário a tiracolo, seja em Bacabal, São Luís e até em Brasília.

O rapaz não é e nunca foi nenhuma liderança política, mas, nos bastidores, já se comenta que será o nome ungido por Roberto Costa como candidato a deputado estadual caso ele seja prefeito.

Manuel da Concórdia

Depois de publicado aqui no blog que o vereador Manuel da Concórdia (PTN), que apoiou Zé Vieira para prefeito, é cotado para encabeçar uma chapa em uma eventual eleição suplementar, concorrendo com/ou substituindo o próprio Roberto com o apoio incondicional do seu fiel companheiro Edvan Brandão, os dois passaram a ser vigiados e, se brincar, serão enclausurados até que aconteça a  nova eleição.

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