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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Por que nunca falamos das coisas boas?


Ás 19h45 desta segunda-feira (9) compartilhei em minha página pessoal e na fanpage do Blog do Sérgio Matias um vídeo do site ametodososdias.com.br que trata do nosso comportamento  no dia a dia e começa falando que: a gente não sabe elogiar as pessoas. Sabe qual é o dia que a gente mais recebe elogios? No dia do nosso próprio velório. Sabe qual é o dia que mais nos mandam flores? No dia em que estamos dentro do caixão e não temos mais a capacidade de recebê-las”, diz o apresentador no início do vídeo que tem duração de 2 minutos e pode ser visto no final desta postagem.

Por coincidência, menos de 1 hora depois, chegava ao titular do blog a informação que dava conta da detenção de um comerciante de Bacabal por porte ilegal de arma de fogo. Como acontece nos demais casos que envolvem brancos, negros, ricos ou pobres, a informação foi publicada.

Não demorou nada para que a sociedade se manifestasse a favor do comerciante, conhecido como “Pota”.

Na maioria absoluta dos comentários ele é retratado como uma pessoa do bem, o que acabou por fazer justiça - muito embora a polícia tenha cumprido seu papel, pois é público e notório que só é permitido transportar e trazer consigo uma arma de fogo fora das dependências de sua residência ou local de trabalho quando se tem o Porte Legal.

Talvez, como fala no vídeo, o comerciante não saberia que tantas pessoas lhe têm como um cidadão do bem se não fosse essa detenção, que apesar dos pesares, acabou na paz e ele já retornou ao seio familiar.
ENTENDA O CASO:

1.O art. 6o. da Lei 10.826/03 dispõe que o porte de arma de fogo é proibido em todo o território nacional, salvo em casos excepcionais. Portanto, excepcionalmente a Polícia Federal poderá conceder porte de arma de fogo desde que o requerente demonstre a sua efetiva necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física, além de atender as demais exigências do art. 10 da Lei 10.826/03.

2.O porte de arma de fogo tem natureza jurídica de autorização, sendo unilateral, precário e discricionário. Assim, não basta a apresentação dos documentos previstos em lei se o requerente não demonstrar sua necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física.

3.O comprovante de capacidade técnica (Instrutores de Armamento e Tiro) e de aptidão psicológica (Psicólogos) para o manuseio de arma de fogo deve ser fornecido por profissional credenciado pela Policia Federal.

4.A taxa de expedição de Porte Federal de Arma de Fogo somente deverá ser paga após o deferimento da autorização pela Polícia Federal.
5.A autorização de porte de arma de fogo perderá automaticamente sua eficácia caso o portador dela seja detido ou abordado em estado de embriaguez ou sob efeito de substâncias químicas ou alucinógenas.
6.O titular de porte de arma de fogo para defesa pessoal não poderá conduzi-la ostensivamente ou com ela adentrar ou permanecer em locais públicos, tais como igrejas, escolas, estádios desportivos, clubes, agências bancárias ou outros locais onde haja aglomeração de pessoas em virtude de eventos de qualquer natureza.
7.O Porte de Arma de Fogo é pessoal, intransferível e revogável a qualquer tempo, sendo válido apenas com relação à arma nele especificada e com a apresentação do documento de identificação do portador.
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