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sábado, 14 de janeiro de 2017

Empresário Jodeildo "Bolinha" acusa o pai de usar seguranças e a própria polícia para intimida-lo


O Blog do Sérgio Matias foi procurado essa semana pelo empresário Jodeildo Vieira Lins que acusa o próprio pai de usar seguranças particulares e até a Polícia Militar para lhe intimidar.

O desentendimento entre os dois se arrasta desde o início de 2014, quando a Justiça de Bacabal tentou cumprir uma ação de reintegração de posse ajuizada pela CIMTER – Construção Imobiliária e Terraplanagem Ltda, empresa proprietária de uma usina de asfalto adquirida pelo prefeito interino José Vieira Lins, quando exerceu seu primeiro mandato como chefe do executivo bacabalense (1997-2000).

O mandado liminar expedido por Joscelmo Silva Gomes, Juiz de Direito da 3ª Vara, na época respondendo pela 2ª Vara da Comarca de Bacabal, mandava que fossem devolvidos à parte requerente alguns bens que se encontravam em uma área localizada na avenida João Alberto de Sousa, em Bacabal.

- Usina de Asfalto Ciber 4060, completa, ano 1999;
- Rolo de Pneu 1999;
- Vibra Acabadora 1999;
- Caminhão espagedor 1513 ano 1972.

Esses equipamentos acima relacionados ainda hoje estão sob os cuidados do empresário Jodeildo Vieira, conhecido como “Bolinha”, e filho de Zé Vieira, que reluta em abrir mão dos citados bens e devolve-los à empresa.

Em 2014 o empresário foi impedido por seguranças de adentrar na área onde estava a usina. Segundo ele, por ordens do pai. Como o empresário insistia, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada para conte-lo. Bastante revoltado com a situação, o filho de Zé Vieira teria dito em alto e bom tom que colocaria a “boca no mundo” caso o pai insistisse com a ação.

Dois anos depois o caso continua tendo novos capítulos.

Agora a mesma confusão voltou a se repetir, só que dessa vez em uma outra área, por trás do Supermercado Carvalho, também em Bacabal, para onde a usina de asfalto foi levada pelo empresário.

Mesmo o terreno sendo de sua propriedade, “Bolinha” diz que está sendo ameaçado e impedido de ter acesso ao local e, que, inclusive, não pôde retirar uma carregadeira que nada tem a ver com a usina de asfalto.

Em fotos enviadas por ele, aparecem homens que, segundo o empresário, são seguranças particulares contratados pelo seu pai para intimida-lo. Há também policiais militares na área.
O empresário disse que denunciaria o caso a Corregedoria de Justiça.
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