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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Bacabal das expectativas e incertezas, esperando nova eleição para prefeito e, quiçá, na Câmara Municipal


Depois das eleições ocorridas em outubro de 2016 a maioria dos municípios passou a viver a expectativa do início de um novo governo, em Bacabal, foi e ainda é diferente.

2017 chegou e com ele mais incertezas.

Novo Prefeito

Além de não haver definição sobre quem assumiria o comando do município - o vencedor Zé Vieira (PP) permanece com o pedido de registro de candidatura negado pela justiça eleitoral em duas instâncias - a eleição para a escolha da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal também ficou indefinida.

Eleição da Câmara

Os postulantes à presidência, Edvan Brandão (PRB) e César Brito (PPS), realizaram votações paralelas e cada um se declarou eleito na sua. Porém, neste ponto o vereador Edvan leva vantagem, pois, além de ter obtido votos de nove colegas legitimamente eleitos, a ata da sessão que o tornou presidente foi a única protocolada na justiça comum.


Posse

Como se não bastasse tantas indefinições, ainda surgiu outra que perdura até o momento: A posse de Zé Vieira (sustentado em uma liminar do TSE) e do seu vice, valeu ou não?

Esse questionamento se dá em virtude do imbróglio que aconteceu na eleição da câmara citado acima.

Os vereadores que compõem a Mesa Diretora eleita na chapa de Edvan Brandão chegaram a se reunir no plenário da câmara, na noite do domingo (1º), a espera de Zé Vieira e Florêncio Neto para que ambos tomassem posse novamente. Nenhum compareceu e agora estão ameaçados de serem destituídos dos cargos, e, assim, o comando do município passar para as mãos do presidente da câmara até que o Tribunal Superior Eleitoral defina se valida os votos dados a Zé Vieira ou se haverá outra eleição para a escolha do novo prefeito, sendo que o pepista ficaria impedido de participar da disputa.

Roberto Costa

A princípio, o deputado estadual Roberto Costa (PMDB), segundo colocado na eleição para prefeito, seria o mais beneficiado com uma nova eleição sem a concorrência de Zé Vieira. Entretanto, não é bem assim.

Roberto Costa bem antes do pleito eleitoral que ocorreu no último mês de outubro era considerado por todos como franco favorito a vencer a disputa, até mesmo após o ressurgimento de Zé Vieira. Porém, a entrada do ex-prefeito na disputa não foi o único motivo para sua derrocada. O salto alto e o isolamento são considerados como os dois principais pontos.

Certo que venceria, enquanto os adversários se articulavam e se uniam em consórcio formado por várias lideranças políticas e, inclusive, o grupo do então prefeito Zé Alberto (PRB), o deputado se dava ao luxo de deixar os assuntos de Bacabal de lado para bater boca no Diretório Municipal do PMDB em São Luís, onde se travava uma disputa interna para a escolha do nome indicado pelo partido para disputar a eleição municipal.

O tempo passou, o quadro foi mudando e o que ninguém acreditava acabou acontecendo, ou seja, Roberto Costa perdeu uma eleição que “estava ganha”.

Isolamento

Com o resultado desfavorável nas urnas, Roberto Costa simplesmente se isolou mais ainda, rumou para a capital e de lá - nem da tribuna da Assembleia Legislativa – levantou mais a voz em defesa do nosso município.

Os servidores da prefeitura que naquele momento clamavam por ajuda, não foram ouvidos. Só já no apagar das luzes, quando praticamente nada mais poderia ser feito, ele foi convencido por alguém a pedir intervenção na Saúde.

Roberto Costa também deixou de atender as ligações dos aliados, sequer os vereadores eleitos em sua coligação foram merecedores da sua atenção, imagina aqueles que não obtiveram o mesmo sucesso.

Esse comportamento logo refletiu quando da eleição da Câmara Municipal.

Sem a mesma força de antes – criada quando ele realizou um excelente trabalho político que o alçou a candidato a prefeito favorito – Roberto Costa foi obrigado a cumprir papel secundário e deixou a articulação política para seu candidato a vice Dr. Júnior do Saae (PSDB) e o próprio senador João Alberto (PMDB) que, com muita habilidade conseguiram impedir a vitória do candidato do consórcio César Brito, que era dada como certa.

Troca

O comportamento do deputado fez surgir a possibilidade [pouco provável de acontecer] de substituição do seu nome na cabeça de chapa para a nova eleição para prefeito.

O nome mais cogitado é de Manuel da Concórdia (PTN), vereador mais votado na última eleição e que foi o principal responsável pela ida de Edvan Brandão para o grupo João Alberto.
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