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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Educadora e ativista bacabalense é homenageada com troféu de direito humanos



A educadora e ativista Guilhermina Divina de Aguiar Silva, 57 anos, foi premiada no último dia 5 de dezembro, em São Luís, pelos serviços prestados de modo voluntário e humanístico junto à sociedade maranhense, especialmente na cidade onde mora.

O troféu “Geny Murad” é concedido anualmente a pessoas que se destacam na defesa dos direitos humanos, numa iniciativa da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Luís, liderada pelo Bispo Dom Belisário, egresso há alguns anos de Bacabal à nossa capital.

O evento – que se realizou no dia internacional do voluntário — se deu por ocasião do encerramento do seminário “Dezembro de Paz”, de tema “Violência x Cultura de paz”, da CJP e homenageou duas mulheres, numa atitude de reconhecimento e estímulo àqueles cidadãos que, de modo voluntário e prestativo, prezam por lutar por uma sociedade mais justa e igualitária, tornando-se verdadeiros ativistas ou embaixadores da paz junto às regionais diocesanas do Maranhão.

Estiveram presentes personalidades de grande relevância no setor, como Helena Heluy, aposentada da área jurídica e ex-deputada estadual de vários mandatos, que também foi premiada; o Dr. Douglas de Melo Martins, juiz palestrante do seminário; o promotor José Cláudio Cabral Marques (que já atuou em Bacabal); o historiador Wagner Cabral (UFMA) e Jefferson Portela, delegado e atual Secretário de Segurança Pública do Maranhão.

Formada em Pedagogia, habilitada em História e Geografia, pós-graduada em Planejamento de Educação e Metodologia do Ensino Superior, além de qualificações em diversas áreas de atuação sócio-popular, a professora Guilhermina Aguiar, como é conhecida, é personagem muito presente nos fóruns de direitos, nos conselhos, nas lutas de classe e defesa das minorias, sempre com seu espírito sóbrio, sábio e latente pela equidade social. Há tempos milita nas pastorais sociais da Igreja Católica, é atual conselheira do CME-Conselho Municipal de Educação, entre outras funções das quais nunca se exclui, quando o assunto é o interesse popular. “Ganhar esse prêmio representa para mim o reconhecimento de toda uma trajetória de lutas, de sofrimento e até perseguições, mas que é gratificante por ser algo humanitário e coletivo. É também mais um estímulo ao prosseguimento de outras e outras jornadas”, assegura a professora premiada.

Em 2013 o troféu “Geny Murad” foi outorgado ao bispo aposentado Dom Xavier, francês, ligado à APAC – Associação de Proteção aos Presos, organização internacional com atuação em Bacabal e da qual a professora Guilhermina é presidente.

Nossos aplausos à nossa grande educadora!
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