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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Curto-circuito causa incêndio em apartamento do Edifício Brasillar, em Bacabal


Por volta de 5h30 desta quinta-feira (1º) o fogo destruiu parcialmente um dos apartamentos do Edifício Brasillar, no centro de Bacabal. De acordo com informações, um curto-circuito nas instalações elétricas causou as chamas que, devido intervenção dos moradores de outros apartamentos e do Corpo de Bombeiros, ficaram apenas no quarto do imóvel que, no momento, estava vazio. A proprietária havia ido levar o neto para o hospital.

A cama de ferro, colchão de molas e outros objetos foram atingidos pelo fogo. O forro de gesso ficou bastante comprometido.
Os móveis dos outros cômodos, como sofá, rack, assim também como as paredes ficaram completamente manchadas pela fumaça preta. O botijão de gás de cozinha que estava no local foi retirado a tempo pelos vizinhos.
Construído na década dos anos 80 o Edifício Brasillar é alvo de ameaças de interdição devido a falta de conservação.

Recentemente, o Blog do Abel Carvalho publicou reportagem sobre a visita que integrantes do 6º Batalhão do Corpo de Bombeiros de Bacabal e a Comissão Estadual de Defesa Civil fizeram ao edifico no sentido de promover vistoria que se deu apenas no formato visual, uma vez que não existem técnicos habilitados, a exemplos de engenheiros e/ou técnicos em edificações.

Interdição

Mesmo assim criou-se a expectativa de interdição do imóvel em razão do seu estado de degradação, mas nada disso ocorreu.

Assim que passou a existir o Brasillar acumulava a dupla função de prédio comercial e residencial. O andar térreo foi projetado exclusivamente para abrigar pontos comerciais. O primeiro andar é dotado de salas construídas com objetivo alojar escritórios e similares e o terceiro andar era dotado de apartamentos residenciais.

Em razão de problemas financeiros enfrentados pelo grupo construtor da obra o prédio veio mudando de dono ao longo de todos esses anos, tendo inclusive servido como caução para dívidas.

Hoje a situação se complica para que seja cobradas e adotadas medidas que garantam a segurança do edifício porque ele não tem apenas um único proprietário. O seus apartamentos e salas pertencem a proprietários isolados que fazem uso dos mesmos para auferirem uma renda extra com aluguel.

Seus moradores também não se organizam em um condomínio, o que dificulta o cumprimento das medidas sugeridas. 
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