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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

NÃO FOI FALTA DE AVISO! Professor Rubenildo deixa alunos na mão em Bacabal

Prestes a completar 5 anos no ar o Blog do Sérgio Matias é o mais acessado, querido e odiado de Bacabal. Mas, em um ponto ninguém diverge: é um canal importante para a população.

Não foi por falta de aviso, por exemplo, que alunos da Central de Concursos – que tem à frente o polêmico professor Rubenildo – estão atualmente a ver navios, sem aulas aproximadamente há duas semanas e sem ter qualquer notícia do seu paradeiro.
Alerta

No dia 22 de julho desse ano o Blog do Sérgio Matias, a título de alerta, fez informar aos seus leitores - sobretudo aqueles que diariamente assistiam em programas de TV locais a tentadora oferta de um curso preparatório para concursos – que o garoto propaganda e responsável por tal curso tinha um extenso histórico de acusações de estelionato e que, inclusive, já havia sido preso.

A divulgação da Central de Concursos era feita ao vivo e pelo próprio responsável. Bastante comunicativo, apesar da voz rouca, professor Rubenildo oferecia aulas ministradas, segundo ele, por professores altamente conhecedores das disciplinas.

Para atrair o maior número de interessados, ele fez promoção de 50% de desconto no ato da matrícula, que no total custa R$ 200,00 (duzentos reais). Para ser agraciado com a oferta tentadora bastava ligar para um determinado número de telefone (exibido em caracteres) e citar que havia visto o anúncio na TV, em seguida, deixar nome completo e contato.

A divulgação logo surtiu o efeito desejado e a cada dia era maior o numero de pessoas aproveitando para se matricular e participar das aulas que tiveram início em um salão de eventos localizado no centro da cidade.

Em Bacabal, professor Rubenildo se hospedava em um hotel à margem da rodovia BR-316.

Mente emprestada ao diabo
Quando a postagem foi feita, professor Rubenildo contactou, via celular, com o titular do blog para relatar sua versão para os fatos. Ele narrou que de fato existiram os casos citadas na publicação anterior, mas, entretanto, se defendeu mostrando documentos que o absorvia da acusação de estelionato, que apenas havia falhado administrativamente e não agiu de má-fé no intuito de lesar seus alunos. Segundo Rubenildo, as pessoas prejudicadas na época foram paulatinamente ressarcidas dos prejuízos. “Era inexperiente...  emprestei minha mente ao diabo durante dois anos”, disse.

Depois de se defender, Rubenildo voltou a fazer o seu marketing normalmente na TV. Das duas emissoras que tinham contrato com ele, apenas a Difusora cobrou dele explicações sobre as denúncias. A outra fez ouvido de mercador, pois naquele momento o mais importante era manter o faturamento.

Entenda o caso

José Rubenildo Fonseca Lima, natural de São Luís-MA, tem aproximadamente 44 anos, e, de acordo com a imprensa de Rondônia, é bastante conhecido naquele estado graças as suas aparições televisivas onde adotou, em 2006, a mesma prática de oferecer aulas de cursinho preparatório a preço muito baixo e não honrar com o prometido: vantagem ilícita em prejuízo de várias vítimas, induzindo-as em erro, mediante os artifícios abaixo descritos.

Segundo apurado, Professor Rubenildo e uma outra pessoa diziam ser responsáveis pela Rede de Ensino Academicu´s e fizeram várias propagandas na televisão e rádio oferecendo cursos preparatórios para concurso público e vestibular, à modesta quantia de R$ 50,00 a R$ 120,00, pelo período de 1 ano. Os cursos seriam ministrados nas dependências de uma escola. A propaganda seduziu várias pessoas que efetuaram pagamento à vista.

Como o número de interessados era grande, os cursos passaram a ser ministrados também em outro prédio.

Os denunciados e professores contratados pela dupla ficaram em um hotel, sendo que as despesas seriam pagas pelo professor Rubenildo. Porém, decorrido menos de um mês de aulas, os alunos foram impedidos de continuar frequentando as aulas do referido curso pelo locador do prédio, sob a alegação de que o locatário não vinha cumprindo suas obrigações, quais sejam, pagar o aluguel. Os professores também não foram pagos, nem suas despesas do referido hotel.

Existiam notícias de que os denunciados agiram da mesma forma em outras cidades e estados, como aqui Maranhão, onde, em Codó, professor Rubenildo chegou a ser novamente preso e se apresentava como pastor Lima.

Em outubro de 2007, teria sido novamente preso, em Roraima, acusado de tentar aplicar o mesmo golpe, no município de Iracema, mas, nessa oportunidade ele se defendeu dizendo que não agia de má-fé e alegou que faltou competência administrativa.
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