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sábado, 25 de junho de 2016

CASO ADÃO DA SILVA: Em nota, Semus de Bacabal diz que paciente, a princípio, se negou a ser transferido para a capital e que imobilização de papelão não foi feita no Socorrão.

Em nota de esclarecimento enviada à imprensa a Secretaria Municipal de Saúde dá sua versão para o caso do paciente Adão da Silva, 60 anos, que foi mostrado na TV Mirante na última terça-feira (21).

Na reportagem produzida pelo repórter bacabalense Fábio Costa, o paciente aparece deitado na cama de casa com uma imobilização na perna feita de atadura e papelão, em decorrência de uma fratura que sofreu no fêmur em um acidente de motocicleta.
A reportagem também conta que ele estava há 15 dias em casa sob os cuidados da família e sem saber quando e onde faria a cirurgia. Dizia também que no Pronto Socorro Municipal o único procedimento realizado foi a colocação do papelão amarrado com uma atadura para imobilizar a perna do idoso.

Leia abaixo a nota que vem assinada por Vanessa Maria Aguiar Bringel, Assessora Jurídica da Semus.

As providências adotadas em relação à Assistência Médica do Cliente Adão da Silva, o qual deu entrada nesta Unidade de Saúde proveniente do Município de São Luís Gonzaga, no dia 03 de junho de 2016, ás 16:06hs, sendo atendido no setor de Urgência e Emergência pelo médico plantonista Dr. Fernando Sousa, o qual prestou atendimento de Urgência e posteriormente solicitou parecer da Ortopedia o qual foi respondido pelo Médico plantonista Dr. Paulo Roberto , que constatou Fratura de Fêmur Distal, prestando a devida Assistência, conforme descrita no Prontuário e Ocorrência de Enfermagem disponível para todo e qualquer órgão por meios legais para a apreciação dos fatos verídicos ocorridos no momento da entrada do Senhor Adão da Silva no Pronto Socorro Municipal de Bacabal.

Por ser uma Unidade De Média Complexidade, Fraturas Incruentas e de grande extensão são referenciadas ás Unidades de Alta Complexidade do Estado, através do Sistema Estadual de Regulação de Leitos. O Hospital de referência em Sistema de “Porta Aberta” a todas as fraturas do porte do Cliente referido dentro do Estado do Maranhão são devidamente encaminhadas ao Hospital Clementino Moura – SOCORRÃO II, o qual foi ofertado à transferência de “porta aberta” onde o mesmo no primeiro momento se recusou, conforme relato dos profissionais de saúde, descrito no Prontuário do Cliente. Diante da repercussão do caso foi realizado um novo contato com o mesmo ofertando a mesma transferência referida anteriormente, que foi prontamente aceita. Hoje o paciente encontra-se no Hospital Clementino Moura – SOCORRÃO II, dando continuidade ao atendimento realizado no Pronto Socorro de Bacabal.

Os profissionais que compõe o quadro do Setor de Ortopedia do Pronto Socorro de Bacabal são técnicos com titularidade e formação técnica compatível com as atividades que desempenham e que procedimentos como os referidos nos veículos de comunicação, como nas emissoras de Tv, blogs e etc., não fazem parte das atribuições dos profissionais do Pronto Socorro de Bacabal e que o material que se utiliza para imobilização de fraturas é atadura gessada e atadura de crepe, desconhecendo qualquer procedimento já realizado por esta Unidade de Saúde que utilizasse papelão como instrumento de imobilização e que se feito, foi por terceiros, alheios ao conhecimento daquela Unidade de Saúde e fora do ambiente de trabalho da mesma.

Vale ressaltar que, o Cliente Adão da Silva, no momento da reportagem veiculada recentemente já se encontrava com a imobilização gessada no pé, procedimento este correto e a “falsa imobilização” com papelão em cima do fêmur quebrado, que de acordo com o depoimento do profissional de Saúde que realizou o procedimento de imobilização, relatou: “o que dar a entender para qualquer pessoa que tenha conhecimento que entenda de fratura sabe-se que nunca se imobiliza em cima de um fêmur quebrado, é o único osso que não se imobiliza em cima do quebrado, se imobiliza o pé para evitar que ele fique girando para não causar dor no paciente, porque fratura no fêmur não é gesso e sim cirurgia”. Todos os profissionais da Saúde que estavam envolvidos no caso do Cliente referido foram convocados para uma reunião onde relatassem todos os procedimentos realizados no mesmo, conforme descrição no seu prontuário e na Ocorrência de Enfermagem, chegando a conclusão que de tudo foi feito na forma correta, sem omissão de nenhum profissional engajado a sempre proporcionar o bem estar do cliente, principalmente aqueles que necessitam usar o Sistema Público de Saúde.

Assim, toda a equipe que compõe o Pronto Socorro Municipal de Bacabal – SOCORRÃO, encontram-se preparados e qualificados para o atendimento de toda a população de Bacabal e demais Municípios que fazem parte da Regional do Médio Mearim.

De tudo está fazendo a Secretaria de Saúde para minorar os problemas e atender às necessidades, sempre respeitando os cidadãos e os profissionais da saúde, e nunca ficando omissa diante da aflição da população, mas sempre procurando melhorar, pois lidamos com vidas humanas nas mais difíceis adversidades e sabemos da nossa responsabilidade.

Atenciosamente, Secretaria Municipal de Saúde, por sua assessoria jurídica e de comunicação.

Bacabal (MA), 24 de Junho de 2016.

Sem mais para o momento me coloco a disposição para eventuais esclarecimentos.

Vanessa Maria Aguiar Bringel
Assessoria Juridica
Portaria 100/2015

6 comentários:

  1. Eu ja trabalhei no pronto socorro como técnico de imobilização e realmente não se colocar tala gessada em femur. E sim uma tala anti rotatoria na região do calcâneo. E quase impossível o hospital fazer um negócio daquele e se não tivesse poderia cplacar uma atração

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  2. Rapaz isso não passa de uma montagem Barata nesse período de política vale tudo. Outra verdade as pessoas não querem viajar para o socorrão em slz. E na maioria das vezes as famílias não querem assumir a responsabilidade sobre seus doentes.

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  3. O admirável e o ministério público não se pronunciou diante de uma denuncia tão grave dessa, e ainda como família aceitou ir pra casa de alta com uma imobilização feita de papelão se o objetivo das imobilizações ortopédicas e deixar o paciente confortável e sem dor. Pq então essa alta não foi questionada pela família a ainda no hospital. E pq??? O ministério público não apurar o caso. Pq o deputado aparece como redentor dos miseráveis. Essa. Sua politica???

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  4. As pessoas não querem ir pra o socorrão dois com seus parentes doentes principalmente quando e idoso. Eu mesmo ja tive essa experiência na família.

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  5. Gostaria de saber pq a promotoria da saúde não se manifesta mo sentido de apurar as denúncias contra o hospital municipal pa dar uma satisfação pra sociedade. Tbm ps promotores de justiça não trabalham ai as tvs ligados a políticos fazem a festa com um festival de baixarias.

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  6. Isso só faz com que a gente possa ter certeza de que não vale a pena assistir certos programas jornalísticos em nossa cidade,programas feito por pessoas incompetentes e sem credibilidade, Bacabal inteiro sabe da deficiência da saúde e do gestor Municipal, agora montar uma reportagem absurda dessa é brincar com os telespetadores que ainda perdem tempo com essa TV fofoca.
    Assim fica difícil de acreditar em um sucessor para o Zé Alberto.

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