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segunda-feira, 9 de maio de 2016

INFELIZ DIA DAS MÃES! Bebê morre durante parto e família diz que equipe médica do hospital materno de Bacabal foi negligente

No último domingo (8), enquanto filhos e filhas rendiam suas homenagens às mães, a jovem Mozaiane Queiroz Cândido, 19 anos, que já é mãe, estava triste em casa lamentando não puder naquele momento abraçar e acariciar seu novo bebê,  do sexo feminino, esperado para vir ao mundo neste mês de maio.

Moradora da Casa 10, Rua 14, Bairro Frei Solano (Mutirão), em Bacabal, Mozaiane Queiroz realizou praticamente todo seu pré-natal na rede municipal de saúde. No próximo sábado (14) completaria o 9º mês da gestação que transcorreu tranquilamente.

Entretanto, na quarta-feira (4) ela sentiu dores no pé da barriga e, após consulta médica em uma clínica particular, foi orientada a procurar o Hospital Materno Infantil de Bacabal onde deveria ser examinada por um médico de plantão, mas, que, segundo Eunice Almeida Queiroz, mãe da gestante, sua filha foi encaminhada para a sala de observação e medicada apenas pelas enfermeiras que lhe aplicaram injeções com remédio para dores abdominais.
Na sexta-feira (6) as dores retornaram e Mozaiane Queiroz voltou novamente ao hospital materno. Naquela casa de saúde foi atendida pelo médico anestesiologista Paulo Aguiar que prontamente fez o exame de toque.

A mãe de Mozaiane Queiroz conta que, mesmo tendo alertado o médico que o primeiro parto da filha foi de risco, ele insistiu em afirmar que o procedimento seria normal e a encaminhou para a sala de observação aos cuidados das enfermeiras.

Dona Eunice Almeida ainda afirma que já na sala de cirurgia foram as próprias enfermeiras que deram inicio ao parto normal e, o mais grave, o médico que havia se ausentado do hospital só foi chamado quando a situação se complicou. Em seguida, Paulo Aguiar teria chegado e dado prosseguimento ao parto, só que cirúrgico (cesárea), quando, ainda segundo a mãe da paciente, a criança já estava morta.

A alegação dada para o óbito seria um deslocamento de placenta.

A mãe de Mozaiane Queiroz garante que até minutos antes da filha dá entrada na sala de parto ainda chegou a tocar na barriga dela e sentir o bebê se mexendo e, que, acredita que ele tenha morrido em função do procedimento feito pelas enfermeiras, pois a gestante reclama que as mesmas usaram de força excessiva.

Como mostram as fotos acima feitas pela própria família quando Sara Lorrany (seria esse nome dado a criança) já estava em casa, é possível observar que existem vários hematomas pelo corpo, como em uma das pernas, braço e no rosto.

Antes da publicação dessa denuncia seria salutar buscar também ouvir a versão da direção do hospital ou mesmo da Secretaria Municipal de Saúde, porém, nos casos aqui já denunciados os responsáveis por gerir o sistema municipal de saúde jamais deram qualquer importância ou, sequer, emitiram nota para esclarecer à população. Ainda assim, o blog se coloca, como sempre fez, a inteira disposição.

Quanto à família do bebê, ela cobra justiça e garante que denunciará o caso à polícia.

6 comentários:

  1. Júnior Mesquita9 de maio de 2016 13:38

    Lamentável essa situação. Nossa cidade há tempos não conta com profissionais atuantes. Pobres enfermeiras, que tentaram fazer aquilo que não as competia. Acredito que a culpa e a total responsabilidade está diretamente ligada a gestão de nossa pobre Bacabal.

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  2. Se a família tivese procurado a profesora giseli veloso ela tinha levado outra cidade ela faz iso todo dia ela quê arumou um parto e ligou minha afilhada.Ela ajuda o povo muito na saude o principal

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  3. gisele veloso ? o assunto é serio e voce quer fazer politica ? espeite o assunto.uma fatalidade que deve ser apurada. acredito que os profissionais que atuaram jamais queriam um desfecho tão infeliz.

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  4. Deve ser investigado e que os culpados sejam punidos. Mas não devemos julgar antes de uma boa investigação ate mesmo pq não conhecemos o caso e nem temos função de julgar.

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  5. Esse é o nosso maior problema: A máquina pública tem que funcionar e não ficar à mercê de "atravessadores" como se tivessem fazendo favores para o cidadão necessitado.
    É lamentável e triste ver que o Maranhao não muda e vive nessa política criminosa e paternalista.
    E reforço esses "favores" não são a solução, são a causa do problema.

    Meus pêsames à família.

    Deve-se apurar os fatos.

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  6. Passei por maus bocados nesse hospital quando na madrugada do dia 13/03 minha filha deu entrada com fortes contrações passando dores de 21hrs até 12da tarde do dia 14/03 e nd de dilatação as enfermeiras me falaram q ela tinha q completar 24hrs se ñ delatasse ai sim fariam a cesariana foi quando me desesperei e a levei numa clinica particular e hj meu neto está ak e eu feliz por ele talvez se ñ tivesse o dinheiro na hra poderia ter acontecido essa é a saúde do maranhão só lamento obs ñ sou rica sou vendedora

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