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Tornozeleira eletrônica facilitou a prisão do agiota Pacovan, diz delegado

Delegado Leonardo Bastian.
Em entrevista concedida à imprensa, o delegado Leonardo Bastian, chefe do 1º Departamento da Superintendência de Combate a Corrupção (SECCOR), informou que a prisão de Josival Cavalcante da Silva, vulgo Pacovan, deu-se em razão da revogação do alvará de soltura por parte do Tribunal de Justiça.
Esse inquérito policial apura o desvio de verbas públicas na prefeitura de Bacabal, e tem entre os denunciados Pacovan, o ex-prefeito Raimundo Nonato Lisboa, dentre outros.
O delegado informou que os presos em virtude desse inquérito foram agraciados com o alvará de soltura, mas o Ministério Público recorreu pedindo a preventiva de Pacovan. O TJMA acolheu o pedido do MP concedendo a preventiva em desfavor do acusado.
Agiota Pacovan.
O Delegado Bastian disse que tão logo a SECCOR foi acionada, uma vez de posse do mandado de prisão ele, juntamente com sua equipe efetuaram a prisão do agiota, facilitada pelo fato do acusado, embora solto, usar tornozeleira eletrônica.
Dr. Leonardo Bastian informou que, antes de sair com sua equipe para prender Pacovan, entrou no sistema de segurança que informa com precisão o local onde a pessoa que usa a tornozeleira se encontra. Informou mais que no momento da prisão Pacovan se encontrava no bairro Renascença dentro do veículo de sua propriedade e, depois de ser identificado pelos policiais civis, foi seguido até o local onde foi abordado e recebeu voz de prisão. O agiota foi encaminhado a SEIC para adoção dos procedimentos legais e logo em seguida submetido a exame de corpo delito. Depois de realizados todos os procedimentos, foi conduzido a uma unidade prisional em Pedrinhas.

O delegado finalizou dizendo que o inquérito de Bacabal já está concluído e que Pacovan permanecerá preso à disposição da justiça. Quanto às investigações contra o crime de agiotagem, que tiveram início em 2012 com envolvimento de (42) prefeituras do Maranhão, informou que continuam em andamento e prefeitos ex-prefeitos e empresários envolvidos neste tipo de crime continuam sendo investigados. (Informações de Stenio Johnny/ASCOM SSP-MA).
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