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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

AGORA SIM! Prefeito quer reduzir seu salário e o da vice pela metade

Por Jhone Sousa

O prefeito do município de Corrente, no Piauí, Jesualdo Cavalcanti Barros, 75 anos, surpreendeu ao apresentar à Câmara Municipal um projeto de lei que reduz o próprio salário e o da vice-prefeita pela metade. Enquanto quase todos os prefeitos estavam em Teresina fazendo protesto por mais verbas, o gestor preferiu cortar de onde podia.

O prefeito que recebia R$ 12 mil de subsídio, deverá receber agora R$ 6 mil e a vice-prefeita terá seu salário reduzido de R$ 7 para R$ 3,5 mil.A situação do município de Corrente não é diferente dos demais. A arrecadação diminuiu 13% no primeiro semestre de 2015, se comparado a 2014.

O projeto de redução do salário ainda não foi aprovado. O presidente da Câmara, que é oposição ao prefeito, não considerou a matéria de urgência.

E MAIS

Jesualdo Cavalcanti é escritor e advogado. Já ocupou os cargos de secretário de estado e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Piauí.

Filho de Sebastião de Souza Barros e Iracema Cavalcante Barros, é casado com a professora Maria do Socorro Rocha Cavalcanti Barros. Tem três filhos. Concluiu Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito do Piauí (Teresina, 1966), tendo, ainda, cursos de pós-graduação em Administração de Empresas (1967) e Direito Público (1978).

Fundou e dirigiu um escritório de consultoria e planejamento de administração municipal em Teresina (1967/1979). Integrou o conselho seccional piauiense da Ordem dos Advogados do Brasil, tendo exercido o cargo de 1º secretário de sua diretoria (1976/1978).

Foi secretário substituto de Indústria e Comércio (1975/1978). De 1983 a 1986 exerceu o cargo de secretário de Cultura, Desportos e Turismo do Piauí. Eleito conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Piauí pela Assembléia Legislativa, em 1994, presidiu a corte em dois biênios (1995/1998). Sob sua direção, foi construído o novo edifício-sede do TCE.

Aposentou-se voluntariamente em março de 2002, para dedicar-se a pesquisas sobre a história do Piauí e ao Centro de Estudos e Debates do Gurguéia — Cedeg —, entidade voltada para a discussão em torno da criação do estado do Gurguéia.

É autor dos livros Tempo de Cultura (1985), O Estado do Gurguéia e outros temas (1995), Notícia do Gurguéia (2002), Tempo de Tribunal (2003), Memória dos Confins (1ª edição 2005, 2ª edição 2007), Tempo de Contar (2006), Dicionário Enciclopédico do Gurguéia (2008) e Gurgueia: Espaço, Tempo e Sociedade (2009). Eleito para a Academia Piauiense de Letras, tomou posse na cadeira nº 3 no dia 06/08/2010.
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