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25 de nov. de 2014

Superlotação na Unidade Prisional de Ressocialização de Bacabal pode causar nova rebelião

Inaugurada em junho de 2012 a Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Bacabal, localizada no povoado Piratininga, às margens da BR 316, tem capacidade para 90 presos, mas atualmente abriga quase o dobro de detentos sentenciados e provisórios. Até a última sexta-feira (21) eram 139 nas 11 celas com banheiros, divididas em 3 pavilhões.

Uma equipe de reportagem da TV Difusora (canal 2) passou praticamente uma semana acompanhando o dia a dia na unidade prisional que foi construída para contar com todas as assistências descritas no artigo 11, da Lei de Execução Penal (LEP) nº 7.210/1984 - assistência material, à saúde, jurídica, educacional, social e religiosa. Mas, no entanto, o que os repórteres Romário Alves e Acelino Barros ouviram dos detentos é algo preocupante.
Devido a superlotação os presos estão sendo obrigados a se reversarem na hora de dormir, pois se torna impossível todos deitarem ao mesmo tempo no pouco espaço nas celas, sendo duas exclusivas para mulheres.

No prédio ainda há área para banho de sol, cozinha, refeitório, sala de saúde, consultório dentário, sala de atendimento psicossocial, sala de atendimento jurídico, setor administrativo, quadra poliesportiva e área para receber os visitantes.
Na reportagem que foi ao ar nesta terça-feira (25) no programa Ronda na Difusora, apresentado por Randyson Laércio, o diretor da UPR de Bacabal, José de Ribamar Campos, falou das dificuldades que estão sendo enfrentadas e as ações que são implementadas visando amenizar a situação.